quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

The Vampire Diaries – 1×22: Founder’s Day  [Season Finale






Nossa amada Mystic Falls está fazendo 150 anos, mas quem ganha o presente, meu caro leitor, somos nós. O presente, obviamente, é uma Season Finale tão foda que colocou muitas outras de “séries consagradas” no chinelo. Tivemos festa, fogo, surpresa, revelações, mortes, suicídios, sangue, beijos, mentiras e o cliffhanger do ano.
Spoilers Abaixo:
Olha, que Temporada foi essa de The Vampire Diaries, hein? Começou devagar, sem dizer muito a que veio e ficou assim por uns 5 episódios. Mas aí veio “Lost Girls” e a coisa mudou completamente. Pela primeira vez vimos Katherine, e pudemos constatar que ela era uma Vambitch de primeira categoria, e só sabia correr de espartilho pelos gramados enquanto se enroscava com os irmãos Salvatore. A partir daí, The Vampire Diaries conseguiu se superar, semana após semana, nos apresentando um episódio melhor que o outro, com ou sem Vambitch.
A idéia de adotar múltiplos arcos foi o principal motivo do sucesso da série. Nenhuma trama durou mais do que 3 ou 4 episódios, forçando a série a se renovar sempre. E o melhor é que cada arco que vinha era melhor que o outro. Tivemos o arco Vicky, vimos o desabrochar (ui) de Bonnie como bruxa, depois vimos a história de Anna e da Tumba até que a mesma foi aberta, conhecemos Alaric, descobrimos que Kath estava viva e finalmente chegamos à Isobel, a verdadeira mãe de Elena, que movimentou esses episódios finais da série.
Sabendo do sucesso que Vambitch faz, os roteiristas bem espertinhos, já começaram nos enganando, mostrando Stefan e Elena se vestindo com roupas de século e talz. Felizmente, aquela sonsa em pela de Vambitch que atende pelo nome de Elena não conseguiu me enganar por muito tempo. Se bem que, quando ela jogou charminho para os dois irmãos Salvatore, eu senti que ali havia um foguinho de espartilho, típico de minha adorada vampira.
As roupas e tudo o mais faziam parte do Desfile do Dia do Fundador, mais um dos infinitos eventos públicos de Mystic Falls. Sério, minha gente vou me mudar pra lá. Se pegarmos esses 22 episódios, entre festas, jantares, desfiles e observações de cometas, tivemos eventos em uns 12 episódios, sem brincadeira. Mas dessa vez a cafonice chegou à níveis estelares. Era carros alegóricos com frufrus, era carro relembrando um filme trash de guerra, e tinha carro até do time de futebol. Já estava vendo a hora de passar o carro da fruta, dos legumes e o principal deles, o da Joalheria Mystic Falls, com sua variedade de anéis.
E enquanto a galerê tirava fotinho, dava tchauzinho e fazia biquinho, Damon passeava alegremente entre os transeuntes, rindo do quão ridículo estava o desfile, assim como eu. Quando esbarrou com Bonnie, mostrou uma honestidade nunca vista antes vinda dele, enquanto agradecia por ter salvado sua vida, e por ter acendido seu cigarro, quando ele estava sem isqueiro.
Terminado o desfile, que durou uns 30 segundos, ou assim me pareceu, começou o momento Casos de Família da série. De um lado tínhamos Stefan todo enciumado brigando com Damon, que tava todo apaixonadinho e esgotou todo o acervo de músicas românticas da CW em suas cenas. Do outro tínhamos Jeremy e Elena com uma briguinha tipo birra de criança. Jeremy, aliás, nesse episódio, não sabia se chorava ou penteava a franjinha… Diz pra Elena que está com raiva dela, mas demonstrava piedade da irmã na conversa com Damon e Stefan, disse pra Anna que a amava, mas não queria virar vampiro e ficar com ela… Mesmo assim, ele guardou o potinho amostra grátis de Sangguynho que a sujismunda lhe deu.
Depois que Cristina Rocha terminou o Casos de Família da semana e se foi, aí sim a coisa ficou tensa. Descobrimos, graças à Anna, que a Vampirada da Tumba tava armando uma vingança com as famílias fundadoras da cidade bem na hora em que começasse o show de fogos. Quem mandou fecharem o Clube do Livro por falta de alvará? Agora agüenta, prefeito…
Falando no prefeito, importante lembrar que enquanto a cafonice rolava solta, ele estava numa reuniãozinha com Tio John e a Xerife, para colocar em prática o plano de extermínio de vampiros, já que ele tinha o dispositivo de seu antepassado. Damon, imaginando que Bonnie tinha desativado o dispositivo, não se preocupava com o plano de Tio John, mas sim, PASMEM, em salvar a pequena cidade. Para isso foi atrás do Professor Larica e mandou-o pegar o Anel da Ressurreição, o dardo de Verbenna e uma infinidade de estacas, para eles começarem a guerra. Pena que o Ric parece não ter entendido muito bem, porque eu não o vi nem com um mísero palito de dente depois disso, quiçá uma estaca.
Quando começaram os fogos e o plano dos Vampiros começou, Tio John acionou o dispositivo e a vampirada caiu no chão pedindo arrego. Eu esperava, na verdade, que esse dispositivo fosse algo mais interessante, e não uma mera gravação de despedida da Bruxa-Enxaqueca, mas prosseguindo…
Só eu não entendi o porquê de Jeremy e Anna irem se pegar no banheiro enquanto o povo tava morrendo? Tá, sei que o garoto é jovem, hormônios à flor da pele e tal, mas aquilo não era hora e nem lugar. E exatamente por isso Anna foi pega, afinal, estar com a saia abaixada em lugar público transformou ela em um alvo fácil para os brutamontes do Tio John. O pai de Elena, por sinal, capturou Damon com as próprias mãos.
E enquanto a cidade ficava extasiada com o show pirotécnico de fogos, os vampiros viravam churrasquinho, também no fogo, só que o menos bonito e mais quente. E o pior, o dispositivo de John Gilbert tinha uma promoção “Compre Um, Leve Dois” e ninguém sabia, afinal, o troço também funciona contra lobisomens. E nessa toada, o lobinho dirigia perigosamente ao perder o controle do carro, e o seu pai, confundido com um vampiro, terminou ao lado do Damon. Terminou literalmente, porque mesmo quase sem forças, um dos vampiros da Tumba mata o prefeito ali mesmo.
Quem também morre por ali é Anna. A vampira sujismunda que, pouco a pouco, conquistou a todos nós com o seu cabelo ensebado se despede da série de forma triste, sem o seu amado Jeremy e órfã. Confesso que não agüentei ver quando o Tio John enfiou-lhe a estaca no peito, e me neguei a acreditar que o seu romance com Jeremy chegou ao fim.
Por falar em morrer, o que tinha de gente caindo pelos cantos nesse episódio não era brincadeira. Além do prefeito, dos vampiros torrados e de Anna, Caroline também caiu no meio da estrada com um vazamento de sangue em algum canto daquilo que ela chama de corpo. Taí uma que eu espero que vá dessa pra uma bem pior, mas duvido muito. Quem morreu também, ou quase, foi Jeremy, que bebeu o sangue de Anna e tomou um monte de comprimidos para poder “aliviar a dor”. Meu querido, dorflex tá aí pra isso. Precisa virar vampiro não. Além do mais, a pessoa se matar depois de presenciar um momento de fragilidade de Damon é meio que burrice, mas bem, é do Jeremy que estamos falando.
Como eu disse nos últimos parágrafos, enquanto rolavam os fogos de artifício, tacavam fogo nos vampiros… E como vovó já dizia: onde há fumaça, há fogo. E onde há fogo, HÁ BONNIE. A Bwitch mais odiosamente amada da televisão mostrou que vai mesmo adotar a linha Bitch de hoje em diante. Ajudou o Stefan a salvar o Damon, ok… Mas em compensação, fez uma puta de uma ameaça para o cara, deixou claro que quem manda naquela bagaça é ela, e que quem ousar desafiá-la, vira churrasquinho.
E nos minutos finais quase enfarto. Não, não foi porque rolou beijoca de Damon e Elena com trilha sonora romântica, mas sim porque, minha gente, MI-NHA GEN-TEEEE, VAMBITCH IS BACK.

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